O Superior Tribunal de Justiça recebeu denúncia contra a desembargadora Maria do Socorro Barreto Santiago e a juíza Marivalda Alves Moutinho por corrupção passiva na Operação Faroeste. As magistradas seguem afastadas, mas continuam recebendo salários.
Segundo a Procuradoria-Geral da República, as investigadas teriam ocultado valores de propina por meio da compra de joias, obras de arte e uso de contas de terceiros. O esquema envolveria decisões judiciais ligadas a disputas de terras na Bahia.
O STJ também tornou réus os advogados Adailton e Geciane Maturino dos Santos. As investigações apontam que o grupo atuava para influenciar decisões judiciais e favorecer casos de grilagem no oeste baiano.
