Propostas apresentadas pelo TSE em janeiro para revisar regras de prestações de contas podem abrir brechas que enfraqueceriam cotas para maior participação feminina nas eleições.
Especialistas ouvidos pela Folha de São Paulo, também demonstram preocupação com eventuais impactos nas ações afirmativas voltadas a pessoas negras e indígenas. Versão final da resolução será votada pelo plenário da Corte e precisa ser aprovada até 5 de março.
Análises técnicas indicam que pontos das propostas permitiriam aos partidos inflar os valores destinados a candidaturas desses grupos, sem aumento real de investimento.
